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domingo, 4 de julho de 2010

"...Não sei exatamente em que momento comecei a despertar.
Só sei que comecei a desejar menos entender de onde vim e a desejar mais
aprender a estar aqui a cada agora.
Só sei que descobri que a solidão é estar longe da própria alma.
Que ninguém pode nos ferir sem a nossa cumplicidade.
Que, sem que a gente perceba, estamos o tempo todo criando o que vivemos.
Que o nosso menor gesto toca toda a vida porque nada está separado.
Que a fé é uma palavra curta que arrumamos para denominar essa amplidão que é o nosso próprio poder..."

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O mentor espiritual...explica que os guias espirituais
não podem proteger as pessoas delas mesmas.
Explica que ha em nós encontros kármicos e
um aprendizado tbm ao longo do caminho.
E que a raiva que brota dentro do coração
alimenta mais raiva...
já que a nossa reação nos mantêm presos
a muitas energias ....
(Não mudamos as pessoas, nem conseguimos
neutralizar as forças negativas que os outros
emanam, mas podemos nos proteger quando
não permitimos que o mal reverbere
dentro de nós. ).

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Eu me lembro dos tempos de escola, do descompromisso desejado, do cheiro de juventude nas pregas da minha saia rodada. Da maquiagem na mochila. De quando falávamos com pudor de tocar, de sermos tocadas. De quando moda era namoro no portão, não no motel. Ah, eu me lembro das gincanas do colégio, das quartas-feiras regadas a Hino Nacional Brasileiro, de levantar e abaixar o braço: sentido!
Eu me lembro de matar os primeiros, segundos e terceiros tempos de matemática, de não me entender com logarítimos, de amargar a recuperação no terceiro ano.
Eu me lembro e ainda me pulsa o mesmo encanto.
Ainda me pulsam as risadas, as mancadas, os atrasos, a inocência de sentir sem saber, sem querer.
Sessão nostalgia talvez.
E eu não sei, mas suspeito que o lugar secreto das boas lembranças está no trajeto memória-coração.